O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), anunciou na semana passada que iniciaria nesta segunda-feira (25) os testes em humanos com fosfoetanolamina, ou simplesmente “pílula do câncer”.

teste-fosfoetanolamina

O instituto pretende usar avaliar os efeitos do medicamento em 10 pacientes para analisar os efeitos e o nível de segurança da das doses a serem aplicadas para cada usuário. Passado a primeira fase, se esta não apresentar efeitos colaterais significativos, a pesquisar se estenderá para mais 200 pacientes.

Segundo a pesquisa, no teste o medicamente abrangerá 10 tipos de câncer diferentes, sendo que 21 usuários receberá de cada tipo da doença farão uso de três comprimidos da fosfoetanolamina. Para que o programa siga em frente é necessário é necessário que haja alguma melhora dos primeiros 210 pacientes analisados, ou o encerramento do estudo em seis meses.

Se houver regressão da doença e pelo menos três pacientes de cada um desses grupos apresentar uma melhora no quadro de saúde, será lançado pelo governo duma nova fase do estudo e novos indivíduos serão incluídos na pesquisa. Um total de mil participarão participar do processo em até dois anos.

5 COMENTÁRIOS

  1. O governador falou que não haverá uso de PLACEBO ? Quem nos garante que não ?! Você acredita em papai noel ?

  2. Uma pergunta que não fizeram: nessa fase especificamente – esquecendo-se os encontros anteriores entre o governador e o Dr Gilberto Chierice onde o primeiro colocou, de maneira vaga e vazia, à disposição do segundo a estrutura do Estado – o grupo de pesquisadores do Dr. Gilberto Chierice está acompanhando essa fase de pesquisa ?
    Vale lembrar que nas pesquisas em humanos haverá um grupo chamado de “controle” que vai receber só PLACEBO, e não a Fosfoetanolamina.
    FIQUE ATENTO !
    O pessoal do contra ainda pode melar os resultados misturando o grupo verdadeiro (que está tomando a FOSFO-s verdadeira) com o grupo de controle (o grupo do PLACEBO) a fim de dizer que a substância não funciona, etc., etc.
    FIQUEMOS ATENTOS !

  3. Quem sabe destas pessoas e de suas histórias não se deixa engambelar: enfermeira canadense Renè Caisse (com o seu ESSIAC); o norte-americano Henry Hoxsey, com o seu preparado herdado de seu pai; o engenheiro brasileiro Dr Sebastião Corain (com o seu Caboncellox, 1955), e o Dr Burzynski (com os seus antioblastons), este ainda lutando com o FDA, em Huston, no Texas, este último curando todos os tipos de cânceres – assim como os demais o fizeram.
    Disponíveis nas lojas do ramo, mas também constam na REDE, procure a assista a estes filmes: “CANCRO: AS CURAS PROIBIDAS” e “BURZYNSKI, o filme – O Cancer é um grande negócio.”
    Obs: clique em CC para habilitar a tradução para o português (legendas).
    Você entenderá o que está acontecendo.

  4. O governador Geraldo Alckmin que tenha muito cuidado: se ele quer prosseguir na vida pública, como político promissor que até agora tem sido, que faça tudo direitinho nessa fase de pesquisas em humanos. Se posteriormente os pesquisadores do grupo do Dr Gilberto, ou o próprio Dr Gilberto Chierice, vierem a público em audiência pública no Senado Federal, por exemplo, e disserem que houve irregularidades nessa pesquisa em humanos ou que ela foi uma FARÇA, como fizeram nas anteriores in vitro, ele (o governador Geraldo Alckmin) não terá futuro político e estará “enterrado” politicamente. Não se elegerá nem para vereador. Agora, se tudo sair nos conformes, com os pesquisadores do grupo do Dr Gilberto Chierice, ou o próprio, vindo a público posteriormente dizendo que as pesquisas foram regulares, etc., etc., ele (o governador Geraldo Alckmin) que se prepare para ser o próximo presidente da República. Será simplesmente imbatível.

  5. Sensível ao apelo de familiares e de miliares e pacientes com câncer, que tem na fosfoetanolamina uma esperança no tratamento da doença, o governador Geraldo Alckmin tem se empenhado muito para a realização dos testes que analisam a eficácia da pílula. Se confirmado que suas propriedades ajudam no tratamento, a pílula poderá ter autorização para fabricação em escala industrial.

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